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ASMAZOL - A REVOLUÇÃO NO COMBATE A ASMA

O INÍCIO

Até parece história de ficção. Tudo começou em 30 de maio de 1996! O filho, inconformado com a morte do pai por complicações pulmonares decorrentes da asma, decidiu dedicar sua vida a encontrar a cura para a doença, estudando a planta (Xaxim – Dicksonia Sellowiana – Hook), que seu pai cortava e vendia.

“Em função da morte dele, eu questionei minha mãe sobre o porquê de ela não ter tratado meu pai. Aí ela me falou que não era negligência, mas falta de um medicamento eficaz para controlar essa doença”, recorda hoje o bioquímico Elzo Ferreira. Que resolveu conferir o que ela falou, vindo a Curitiba fazer uma busca no mercado farmacêutico, e descobriu que realmente não existia medicamento capaz de neutralizar essa inflamação das vias respiratórias. Resolveu então iniciar um projeto para desenvolver um medicamento que neutralizasse a ação dessa doença. Em conversa com professores, esses aconselharam que ele deveria ir a procurar uma planta, ao invés de uma droga sintética, que demanda tempo, dinheiro e equipamentos sofisticadíssimos.

Assim o pesquisador científico, Elzo Ferreira empreendeu sua busca. Oriundo de Flor da Serra do Sul – PR, sudoeste do Paraná (519 km de Curitiba), região onde o pai ganhara a vida cortando xaxim para vender à indústria de vasos e artefatos para atender o mercado de floricultura, “naquele tempo era permitido”. Nesse tempo Elzo que já era evangélico e sempre pautou sua vida na fé e nos ensinamentos da Palavra de Deus, teve uma visão espiritual, onde veio a inspiração e a revelação do que ele deveria fazer, nessa visão ele conta, que existia uma fila interminável de pessoas que vinham até ele e a todos os que ele dava um liquido marrom, em três dias a pessoa estava totalmente curada. Entendendo ser isso uma resposta para o milagre que cria, começou as pesquisas e a busca pela planta. E ele afirma que foi Deus quem lhe mostrou onde estava alojado o liquido da visão, encontrou no topo do caule, na base das folhas do Xaxim da espécie conhecida como; Dicksonia SellowianaHook. Como por ironia, Ferreira descobriu que o pai esteve o tempo todo com alternativa para a solução do seu problema nas mãos. “Por incrível que pareça meu pai morreu com a doença e cortando a planta que poderia lhe dar mais longevidade, mas infelizmente isso não aconteceu”, lamenta.

Em 1997, decidido, Ferreira resolve desenvolver um projeto de pesquisa com foco na cura da doença (Asma), buscou parcerias para o desenvolvimento da pesquisa optando pelo xaxim, como objeto de estudo, resultando num fitoterápico eficaz na inibição da doença. Para chegar neste resultado, cinco instituições de pesquisa públicas e privadas do Brasil, especialmente a Universidade Federal do Paraná (UFPR), investiram na pesquisa, sob a orientação da professora Marilis Dallami Niguel, do curso de Farmácia da UFPR, Ferreira que culminou com uma proposta de estudo ao laboratório de farmacotécnica e foi encaminhado aos pesquisadores.

Como idealizador do projeto, Elzo Ferreira ainda continua na liderança do mesmo, com objetivo de concluir o medicamento propriamente dito, muito embora já tenha concluído alguns produtos paralelos, como por exemplo o xarope suplemento vitamínico por nome de Asmazol, que está sendo exportado para os EUA e começa a ser comercializado no Brasil, com objetivo de revender a renda para a Obra Missionária.

 

DUPLO DESAFIO.

A pesquisa é multidisciplinar. Enquanto profissionais do Departamento de Farmácia trabalham nos testes de fármaco-química, o setor de Ciências Agrárias desenvolveu a melhor forma de produzir a planta em larga escala, já que a espécie utilizada está sob risco de extinção. No começo tudo isso me gerou uma certa emoção, mas depois vieram algumas decepções, pois a planta estava ameaçada de extinção, e não tinha nenhum protocolo de produção de mudas em escala. Então fui obrigado fazer um projeto chamado “ecologicamente correto”, onde um braço foi desenvolver a parte ambiental, com a produção, germinação de esporos e produção das mudas em escala a partir da semeadura dos esporos, para garantir a matéria-prima por meio do plantio, e outro braço continua a pesquisa médico-científica, que neste momento o princípio ativo está com o ensaio clínico em andamento para comprovar as atividades terapêuticas da planta, frente outras patologias, como por exemplo o covid19. Segundo o professor de Plantas Medicinais, Luiz Antônio Biasi, a Dicksonia Sellowiana é uma espécie de desenvolvimento lento. Foi necessário um ano germinando esporos que permitem o crescimento das plantas que são levadas para o campo onde o cultivo é acompanhado até que a produção permita a extração de suas propriedades terapêuticas. De acordo com o professor, as mudas serão levadas da Casa de Vegetação para o Centro de Estações Experimentais do Canguiri, pertencentes à UFPR. A intenção é transformar parte da área em um centro de produção de xaxim.

 

A PESQUISA

Nos estudos pré-clínicos, a inibição da inflamação alcançou 93,6% de êxito nos camundongos, enquanto 70% tiveram resposta satisfatória para a dor neurogênica, que são as duas manifestações primárias e mais críticas da asma. Também não foram constatados toxicidade nem letalidade. Além disso, a substância se apresentou como anti-inflamatório, antibiótico, analgésico e vaso dilatador eficazes. Os resultados dos testes foram apresentados em um congresso farmacêutico em dezembro de 2005 em Bruxelas, na Bélgica. A vantagem em relação ao que já existe hoje no mercado é que o Asmazol, produto proveniente do xaxim proporciona um tratamento de curta duração, com um prazo máximo de 180 dias, a pessoa não sofre efeitos colaterais, e as dosagens de até 30mg, quando aplicadas nos animais, não produziram nenhum efeito adverso, explica Ferreira. Já com a fase pré-clínica concluída, amostras do produto foi distribuído para voluntários asmáticos, para mais de 20 Países, a milhares de voluntários. Brasileiros, americanos, europeus e japoneses, que receberam e usaram o produto, que segundo os relatos de casos 98,5% dos usuários voltaram a ter uma vida normal sem a doença, com aplicação de dosagem de 3mg. A vantagem é que a substância não gera dependência, fora o baixo custo que tem o fitoterápico, destaca. “Agora estamos em conversação com alguns hospitais para desenvolver um protocolo padrão, da forma mais completa possível. De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a asma acomete cerca de 10% da população mundial. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, estima-se que 10% da população tenham a doença, sendo que mais da metade delas não se trata como deveria e menos de 3% dos casos são controlados. No Sistema Único de Saúde, a asma é a responsável por trezentas e cinquenta mil internações hospitalares por ano.

 

PERSPECTIVAS

De acordo com Elzo Ferreira, a Dicksonia Sellowiana, abre possibilidade de trabalho para mais de vinte anos. “Na verdade, já conseguimos identificar a ação da planta no segmento farmacêutico em seis doenças, a substância extraída dela também tem aplicabilidade nos segmentos alimentício, cosmético, odontológico veterinário e agronegócio”. Recentemente ele foi convidado pelo Ministério da Saúde (MS) para participar da mesa que discutirá as Políticas Alternativas de Tratamento da Humanidade, evento que acontecido em Curitiba, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Ministério da Saúde já demonstrou interesse em explorar a patente, onde produziria o medicamento no Instituto de Tecnologia de Fármacos – Far-Manguinhos para abastecimento do Sistema Único de Saúde e também para exportá-los a outros países. “Eu me sinto pequeno no meio do projeto, tenho me surpreendido com o sucesso” reconhece o autor do projeto. Após os primeiros resultados da pesquisa, Ferreira viajou para dez países diferentes. Tendo recebido convites para trabalhar como pesquisador em outros lugares, mas afirma que não irá sair do Brasil.

IMPORTANTE SABER!

1 – Dia 23 de outubro de 2018, nosso produto foi reconhecido pela ANVISA, com publicação do Diário Oficial da União.

2 – A parti de novembro de 2019, ele começou a ser comercializado oficialmente para os Estados Unidos, com aprovação do FDA e no Brasil iniciamos a comercializar experimentalmente de FORMA IMPÍRICA, ele começou a ser disponibilizado para voluntários desde 1997.

3 – Já foi introduzido para atender voluntários e distribuidores na Argentina, Alemanha, Bolívia, Brasil, Canadá, Costa Rica, Colômbia, China, Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Portugal, Paraguai, Coreia do Sul, Espanha, entre outros países.

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